quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Suicídio


O grito que me dói na alma,
E dilacera o peito,
É vazia, sem coração.
E com uma enorme calma
A cama onde durmo ajeito
E me deito, em solidão...
Sentindo os dedos passando...
sobre meu pescoço
Vontades contrariada das de Deus,
mediante de penitencias ardentes..
em um mundo eterno em gritos de socorro.
Ao vão de quatro paredes ,silêncio...
Exaltando o medo, que por intenso
Faz-se fugir aos olhos e ouvidos
E a punhos trémulos, aflitos
Refugio a alma todo meu desgosto
Penso no que busco , paz..
Desligando-me deste mundo.
ao avesso Imagino um caminho,
um novo começo...
Junto a esperança de um universo novo
Mas o sangue esgota-se em meu corpo
A ira os olhos ardeu-me,
minha’alma buliu,
amargo líquido a vida é,
tomado em dose de sangue

Um comentário:

  1. Belissimo poema nobre amigo...vosso blog esta divino...parabens
    desejo a vós uma linda semana....
    doces bjsss em sua alma..saudades

    ResponderExcluir