quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Maldicoes conduzem meu tempo, caindo na escuridão
Aindiferença é como cair nos braços da morte
Oinverno se aproxima de mim para encher meu insensivel coração
Existe uma batida do coração que dispensa o vento gelado

Ventos de uma nova maldição para esta alma perdida
Atras dos portoes de luz ,nós não paramos
Flores girando empurram meu corpo para a sombra
Cinzas caem para conduzir minha alma para a dor

Sobre a dor, a fria chuva matutina
Nós estamos buscando alcançar
Eu desejo meu caminho,abraço materno
Devolta para meu lugar sagrado

Eu preciso encontrar meu
Tempo para quebrar a maldição
Que levou meu inverno
Eu preciso encontrar meu coração
E o nacer do sol sem brilho
Avergonha do fogo em tempos de céus amaldiçoados

Meu tempo está distante, tão distante
Em minhas fantasias
Eu estou caindo
Em uma terra de indiferenças Eu permanecerie

*entre o amor e o ódio,
há uma linha tênua,
muito fina que os separa.
( a escuridão dos sentimentos )
Em minhas profundezas me perdi
e agora sem rumo procuro em minha própria escuridão,
aquilo que um dia foi minha luz,
aquilo que me fez chorar.
Em meus pensamentos procuro aquilo
que está do meu lado e em minha própria solidão
me encontro feliz na linha tênua entre o amor e ódio ...

Nenhuma palavra....
Apenas registro sentimentos...
Emoldurados na confusão
de pensamentos soltos...
Ora com a determinação
de quem ,com féinabalavel,
tenta veentemente,
manter o barco na superfície
de turbulentas águas....
Ora como quem leva a bordo,o medo do naufrágio...
As vezes ,aguardo o menear da réplica...
Súplicas tantas vezes lançadas,
ao mar, e ao céus...
Em outras , como o resignando,
que perde o rumo...
E sem bússola, não vê o sentido,
que dê algum sentido..
Hoje navego nas águas turvas
das dorees passadas..
Ogorgear dos pássaros não
embalam meu sono.
Apenas escrevo...
INÚTIL tentativas de tecer versos,
Que resgatem as cores...
Ainda que subtil pigmento, que dêem vida
a este cinza absurdo...

Meras palavras...
Apenas escrevo sentimentos,
desenhado por um mundo de desilusões
Imaginações fértil, de uma alma rompida
Ora com esperança...
de quem com uma determinação inabalável..
tenta com que versos pinte..
linhas de alegria.
Ora se deixa levar por linhas obscuras
Gritos tantas veses lançados
ao vento e ao céus.
E em outras lançada a alma..
de um poeta derrotado..
sem rumo as escritas.
Hoje escrevo linhas turvas
de dores passadas...
As mais belas sinfonias e versos
não fazem mais minha paz.
Apenas escrevo para alimentar...
minha alma obscura
Derrotadas tentativas..
de uma autoria colorida.